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terça, 18 de dezembro de 2018

Hábitos alimentares e sedentarismo têm sido maiores causas para o sobrepeso e obesidade infantil, que já atinge 33% das crianças

12-outubro-2018 Gerais

Chocolate, jujuba, balinha, doces em geral, refrigerantes e o famoso lanche estilo fast-food costumam fazer nascer um brilho todo especial no rostinho de muitas crianças. Mas por trás vêm os grandes prejuízos a saúde e, entre eles, está o sobrepeso e a obesidade infantil, que tem atingido 33% dos pequeninos, segundo o Ministério da Saúde.
 
De acordo com a nutricionista credenciada ao Sistema Hapvida, Danielle Oliveira, o alerta nesta sexta-feira (12), data em que se comemora o Dia das Crianças, vai para os papais e mamães com relação à alimentação dos pequeninos, que começa apontando o que tem ocasionado a doença. “Cada dia mais as crianças se alimentam mal, com muita gordura, açúcar, alimentos artificiais, massas. Isso aliado ao sedentarismo, com a era digital, acaba sendo um grande problema”, afirma.
 
A especialista fala que é possível modificar este cenário a partir da mudança dos hábitos alimentares da criança. “Tudo começa em casa. A criança segue o que vê se desde cedo, na introdução alimentar, for direcionada pelos responsáveis. Um bom acompanhamento com nutricionista e pediatra pode indicar um caminho a ser seguido. Mas, o caminho principal vem dos pais. Se a criança tem pais com hábitos saudáveis, consequentemente, a criança também terá e isso será levado também para o ambiente escolar”, explica.
 
O trabalho de educação alimentar com crianças deve ser iniciado desde cedo. “A partir do momento em que a criança começa a desenvolver a linguagem já é possível ir apresentando os diferentes alimentos, até de forma lúdica mesmo por meio de figuras e brinquedos. Outra forma de se trabalhar é oferecendo esses alimentos e estimular o paladar e o tato, deixando os pequeninos sentirem as texturas de todos os alimentos”, orienta Danielle Oliveira.
 
Na escola – Em algumas situações os pais e mães, devido à correria do dia a dia, acabam preparando aquele lanche menos nutritivo. Mas a nutricionista mostra que é possível enviar um lanche saudável e de rápido preparo. “A lancheira ideal deve conter um tipo de fruta, pode ser banana, maçã, pêra, uva, ameixa, moragos; um carboidrato, por exemplo, tapioca, biscoito sem recheio integral, pipoca caseira; um tipo de proteína que pode ser o leite, leite fermentado, queijo. Tudo balanceado e adequado conforme as necessidades nutricionais de cada criança”, diz a nutricionista Danielle.
 

Assessoria de Imprensa

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