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Justiça Federal em Patos condena réu a 29 anos de reclusão

O condenado estava preso desde o ano passado, aguardando julgamento do caso

09/08/2019 07h41
Por: Ary Ramalho
Fonte: Assessoria
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A 14ª Vara da Justiça Federal na Paraíba (JFPB), em Patos, condenou, a 29 anos e dois meses de reclusão, Ademilton Batista Rosa da Silva, acusado de latrocínio (assalto associado à morte) contra um policial militar e de tentativa do mesmo crime em relação a outro PM, em abordagem a um comboio de veículos que transportava dinheiro dos Correios.

O condenado estava preso desde o ano passado, aguardando julgamento do caso. Além da pena, que deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado, Ademilton terá que pagar 285 dias-multa. A sentença foi proferida pelo juiz Claudio Girão Barreto, titular daquela Subseção Judiciária.

De acordo com os autos, o crime aconteceu em 04/06/2002, na estrada que liga as cidades de Princesa Isabel e Manaíra. Ademilton, que estava foragido e só foi preso em 20/07/2018, integrou um grupo de 11 pessoas denunciadas pela ação que envolveu troca de tiros, um policial militar morto, outro ferido e o roubo das armas das vítimas e de um malote dos Correios contendo R$ 13 mil, destinados ao pagamento do INSS dos aposentados e pensionistas do município de Manaíra.

A ação penal (0004099-04.2002.4.05.8201) tramitou, inicialmente, na 4ª Vara Federal, em Campina Grande. Foram denunciados: Nélio Vieira de Melo, Ademilton Batista Rosa da Silva, José Pereira da Silva, Valdir Leandro da Silva, José Batista da Silva, José Rosano dos Santos, Cláudio Bezerra Leite, Paulo César Pereira de Sousa; Ernando José da Silva e dois homens conhecidos apenas como “Valdeir” e “Deo de Caminha”.

Destes, seis foram condenados pela 4ª Vara. Houve o desmembramento do processo, em relação aos réus que não haviam sido localizados, dentre os quais Ademilton Batista Rosa da Silva. Foram gerados os autos nº 0005709-02.2005.4.05.8201 e 0800303-95.2018.4.05.8205. Assim que foi encontrado, Ademilton foi preso preventivamente, sendo a custódia cautelar mantida em sentença. Dos R$ 13 mil reais, R$ 12.246,20 foram recuperados.

 

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