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Polícia nessa quarta-feira

Cadeias das Comarcas de Princesa Isabel e Teixeira são inspecionadas pela Corregedoria

A presença da Corregedoria Geral de Justiça nessas localidades faz parte da correição que está sendo realizada durante toda esta semana na Comarca de Água Branca, que não possui Cadeia Pública e, por isso, faz o deslocamento dos presos para as comarcas mencionadas.

11/11/2021 19h53
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Por: Ary Ramalho Fonte: Por Gabriela Parente - Ascom
Foto Divulgação
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O corregedor-geral de Justiça da Paraíba, desembargador Fred Coutinho, e os juízes corregedores Fábio Araújo e Aparecida Gadelha estiveram, nessa quarta-feira (10), nas cadeias públicas das Comarcas de Princesa Isabel e de Teixeira, ocasião em que verificaram o funcionamento das unidades prisionais. Em Princesa Isabel, os membros da CGJ também estiveram no Fórum Antônio Nominando Diniz, onde foram recebidos pela juíza titular Maria Eduarda Borges Araújo, que os acompanhou na inspeção e na visita feita à Delegacia de Polícia Civil local. 

A presença da Corregedoria Geral de Justiça nessas localidades faz parte da correição que está sendo realizada durante toda esta semana na Comarca de Água Branca, que não possui Cadeia Pública e, por isso, faz o deslocamento dos presos para as comarcas mencionadas.

“Durante as correições, além dos processos e demais papéis da unidade correcionada, também são avaliados o arquivo, a estrutura humana e física do Fórum e os locais onde são depositados os bens apreendidos. A correição contempla, ainda, as cadeias e delegacias locais”, informou a juíza corregedora Aparecida Gadelha.

O juiz corregedor Fábio Araújo acrescentou que a vistoria da CGJ nas cadeias é importante para verificação das condições em que estão instalados os presos daquelas comarcas. “Fazemos o levantamento de quantas pessoas se encontram nessas unidades prisionais, observamos a estrutura física e de pessoal, a relação dos mantimentos, a comida oferecida, o acompanhamento dos benefícios concedidos, entre outros aspectos”, descreveu.

As informações são coletadas e inseridas no relatório da correição. “Caso seja observada qualquer situação que mereça intervenção, informamos às instituições por meio de ofício”, complementou o magistrado.

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