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Polícia abusos

Estudante de medicina suspeito de estuprar irmãs e primas continua foragido após sete meses

O homem é considerado foragido e seu nome e foto foram divulgadas na Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol). (Nome e foto do suspeito não são divulgados nos veículos de comunicação para preservar as vítimas).

07/05/2022 21h56
Por: Ary Ramalho Fonte: Blog do Márcio Rangel
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Piauí informou que continuam as buscas pelo estudante de medicina, de 22 anos, suspeito de estupro de vulnerável contra duas irmãs e duas primas. Neste sábado (7), completa sete meses que a Justiça expediu mandado de prisão contra ele.

O homem é considerado foragido e seu nome e foto foram divulgadas na Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol). (Nome e foto do suspeito não são divulgados nos veículos de comunicação para preservar as vítimas).

As vítimas, de 3 a 15 anos na época, revelaram para a mãe e tia os abusos, que ocorriam entre jogos e brincadeiras, principalmente dentro do quarto do criminoso, que morava com o pai, a madrasta e as duas irmãs.

A coordenadora da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), delegada Lucivânia Vidal, não quis dar detalhes sobre o caso, mas afirmou que ele continua sendo procurado e que não apareceram outras vítimas, que ela atribui à condição de foragido.

“A Polícia nunca deixou de buscá-lo. O mandado está em aberto. Não posso dizer que existem mais vítimas ou não, porque como não houve a prisão dele, a vítima também está acuada. Quando é preso há vítimas que nunca vão expor o que aconteceu com elas, imagina quando está solto”, declarou a delegada.

Em outubro de 2021, a Polícia Civil do Piauí indiciou o homem em três inquéritos por estupro de vulnerável contra as irmãs de 3 e 9 anos e uma prima de 13 anos. Contudo, o Ministério Público do Estado retornou com os processos para a Polícia Civil pedindo para juntá-los em um só.

Um quarto inquérito que trata dos abusos contra uma das primas, de15 anos, foi instaurado pela Delegacia de Luís Correia, Litoral do Piauí, mas como os envolvidos são de Teresina, uma portaria da Delegacia Geral devolveu o inquérito para a DPCA. Os abusos teriam acontecido durante viagens à praia com a família.

O caso das irmãs e primas do estudante já está na Justiça, por se tratar de exploração sexual infantil tramita em segredo.

Uma jovem, prima do estudante, também se diz vítima do rapaz e hoje tem 19 anos. Ela não queria denunciar o caso, mas a Polícia Civil abriu um inquérito e os relatos estão sob investigação.

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